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domingo, 17 de julho de 2011

Para a sorte (Parte 3)

Olá pessoal aqui vai o terceiro deus da sorte do Xintoísmo. Tenham todos uma boa tarde.

Hotei

Imagem de Hotei no templo taiwanês, Bao Jue
É o senhor da magnanimidade, da generosidade humana. Vive rindo, sempre de bom humor, e por isso mesmo, traz saúde e felicidade, pois está sempre satisfeito com o que tem. Dizem que Hotei tem recurso interior para todos que queiram atingir a serenidade completa e sabedoria búdica. Geralmente é representado com uma enorme barriga e roupa caindo pelos ombros. Seu abdômen avantajado não simboliza a gula, pelo contrário, é símbolo da satisfação.


Hotei, conhecido como o "Buda gordo", é na verdade a representação de um monge chinês frequentemente encontrado em templos, restaurantes e amuletos. No folclore da China, ele acabou sendo associado a Maitreya. Para os japoneses, o "hara" (ventre) representa o coração e personalidade, portanto seu vasto "hara", representa grandiosidade de espírito.

No Ocidente ele é muitas vezes erroneamente visto como uma representação do Buda Siddhartha Gautama.

  • Segundo a crença popular, apreciar uma pintura ou ter uma estatueta de Hotei espanta as preocupações.





 Fonte: Revista Neo Tokyo

sábado, 16 de julho de 2011

Uma lenda de sucesso que deu origem a um sucesso maior.

Os dois Son Gokus lado a lado

 O nome Son Goku ficou famoso na série Saiyuki (baseado no 西遊記 (Journey to the West) de Wu Cheng'en (1590s), Relato da Jornada para o Oeste, ou Hsi Yu Chi em chinês), de Kazuya Minekura, romance épico escrito na China no século 16.


A lenda conta que Son Goku, também chamado de Rei Macaco era um macaquinho diabólico que mora no céu nascido da rocha onde a aura da Terra fora recolhida. Seu cérebro era cheio de pensamentos sobre comida e jogos.


Para pagar os crimes que ele cometeu quando era jovem, foi preso nas rochas, durante quinhentos anos sem envelhecimento. Ele não tem memória do que lhe aconteceu quinhentos anos atrás. Era o rei dos macacos, dotado de enorme força, imortal e invulnerável. Sua forma original, conhecida como "Seiten Taisei" (ou "Grande Sage, Equal to Heaven"), é revelada quando seu diadema de ouro é removido ou quebrado. Também tinha a seu favor várias armas e artes mágicas, como o Nyoibô, um bastão que podia se esticar até o infinito e o Kintoun, a arte de voar montado em uma nuvem. Ele ainda podia se transformar no que quisesse e criar mini-cópias suas a partir de seus pêlos.

Para que Son Goku possa retornar ao mundo celestial precisa fazer boas ações, e uma delas é ajudar o monge Genjo Sanzou em sua jornada religiosa pela iluminação espiritual. No meio do caminho ele vai fazendo aliados, como um peixe sagrado e o porco Cho Hakkai (mais valente que Oolong!).

Akira Toriyama baseou-se nessa lenda para criar todo o universo de Dragon Ball. Já as esferas do dragão são uma invenção do próprio Toriyama, e foram colocadas no desenho apenas para fazer o novo Goku cumprir uma jornada parecida atrás dos pedidos do Dragão Shen Long.

E por falar em Dragão, essa é uma outra lenda. Na China, o dragão não é um monstro horrendo que faz mal às pessoas. Pelo contrário, ele traz prosperidade, o que significa ter muita felicidade e conseguir realizar todos os desejos durante a vida.



Esperamos que tenham gostado. Tenham um bom dia!
By: David Oliveira

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O fim de uma era!


Sete livros, oito filmes, dez anos, milhões de fãs e bilhões de dólares arrecadados. Os números impressionam e, seja você um aficionado pelas bem traçadas linhas de J. K. Rowling ou alguém que nunca se aventurou por elas, o fato é que a saga dos bruxinhos foi um fenômeno no cinema. E um dos méritos, concorde ou não, é que não era necessário ter lido os livros para gostar e até entender os filmes, que tiveram variantes aqui e ali, mas sempre foram bem recebidos por leitores e não leitores, muitos deles (provavelmente) convertidos após a primeira experiência audiovisual. 



Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2 continua com aquele visual sombrio dos últimos títulos e tem até mais sangue, mas é pouco. E a presença do precioso líquido até conferiu um certo ar de maturidade para a aventura. Mas esse crescimento para por aí, porque o universo de Harry Potter não é o adulto. E, para curtir mais as produções da franquia, sempre foi recomendável deixar de lado o preconceito, e não buscar conceitos profundos.


A trama dá seguimento à busca de Potter (Daniel Radclife), Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) pelas Horcruxes, com o objetivo de destruí-las e assim livrar o mundo do vilão Lorde Voldemort (Ralph Fiennes). E como ela precisa acabar, é de se esperar que eles consigam o objetivo para um final feliz. O ponto positivo do roteiro, porém, foi a sustentação do suspense relacionado ao futuro do herói, além das cenas de ação que mantiveram o pique do longa, que poderia ser mais curto. Outro destaque foi o uso moderado e bem aplicado do humor.


Sobre os atores e personagens já presentes em sete filmes, vale ressaltar o crescimento deles e a boa química do trio, deixando para uma certa dupla dois momentos curtos, mas doces de se ver. Quanto a tecnologia 3D, prevista no anterior e usada somente agora, o excesso de escuridão reduz o prazer de se estar com os óculos, mas não compromete o resultado final, porque nota-se apuro técnico na sua utilização e rende boas cenas. Mas os bons efeitos especiais e a caracterização dos personagens poderão ser vistos perfeitamente, com ou sem o apetrecho.


O fim pode ter chegado e, felizmente, foi melhor do que o seu começo. Porque, se na primeira parte era muito fácil, principalmente para um não leitor, sentir-se incomodado com a falta de ritmo e cenas alongadas, essa segunda ficou mais dinâmica e com 16 minutos a menos. Portanto, se você nunca se incomodou com heróis que usam poderosas varinhas de condão e repetem palavras em latim, não existe a menor razão para você perder esse desfecho da mágica saga.



Fonte: O Jornal do Brasil

quinta-feira, 14 de julho de 2011

RPG. Sistemas!


Como foi prometido na semana passada o post de hoje será sobre AD&D (AdvancedDungeons&Dragons), mas vamos dar um pequeno retrocesso antes.

D&D 1° edição3° volume
Como já foi dito, Ernest Gygax e Dave Arneson (Está bem eu sei, vocês devem pensar que esses dois sempre estão envolvidos, mas vamos falar só mais um pouquinho deles) criaram um novo senário de fantasia medieval, mas no início o RPG não foi chamado de role-playing naquele momento. A primeira edição de D&D foi chamada “Fantasia Medieval Wargame, com todos os ajustes feitos eles deram ao publico o D&D (Dungeons&Dragons).

Que posteriormente passou a ser AD&D (AdvancedDungeons&Dragons) e que retornou a ser chamado de apenas D&D (Dungeons&Dragons)

Desde então o D&D passou por varias mudanças em suas regras, mas duas coisas eram uma constante, seu sistema ainda era centrado em um D20, um dado de 20 lados, isso mesmo crianças e essa forma geométrica se chama: ICOSÁGONO (RPG também é cultura).

 E também a sua temática, um pequeno grupo de aventureiros com uma missão em comum. Um ótimo exemplo é o desenho da década de 80 chamado: Caverna do Dragão, onde sua temática é completamente baseada nas regras do D&D.


Um grupo de jovens é transportando para um novo mundo, onde la, eles tem que superar vários desafios para poderem retornar ao seu mundo. A grande sacada desta animação é que o episódio final não está na TV e sim em um livro, onde os jogadores podem tomar as decisões dos personagens e definir qual vai ser o destino daquele grupo de jovens e da pequena Uni.

Imagine só o numero de finais alternativos que se pode imaginar.

Em suas inovações o D&D acrescentou várias raças para que os jogadores não fiquem limitados apenas para jogar com humanos, e as principais raças do D&D
são:

Anão – Lendários por sua resistência e força de vontade, os anões são guerreiros indomáveis e mestres artífices. Os reinos dos anões são poderosas cidades nas montanhas.

Draconato – São humanoides draconicos orgulhosos e honrados. Eles vagam pelo mundo como mercenários e aventureiros. Eles são fortes e tem habilidades semelhantes as dos dragões.

Eladrin – Uma raça magica e graciosa, nativa da Agrestia das Fadas (sela la onde for isso). Esse povo aprecia a magia arcana, a esgrima e as obras perfeitas em metal e joias.

Elfos – Os elfos são parentes dos Eladrins, mas moras nas profundezas das florestas e nas clareiras silvestres do mundo, apreciando a beleza da natureza.

Halflings – A menos das raças civilizadas, são um povo corajoso astuto e adorável.

Tiefilings – São descendentes de ancestrais humanos que barganharam com poderes abissais. (ta vendo foi se meter com quem não devia)

Devas – São nobres e virtuosos que buscam atingir a perfeição por meio de um ciclo interminável de reencarnações.

Gnomos – São descendentes de fadas pequenos e furtivos que apreciam a sagacidade mental e a habilidade de passarem despercebidos.

Golias – Eles encaram a vida como uma grande competição. Vivem nas altitudes montanhosas, viajando com grupos migratórios de alces e outros animais de caça.

Meio-Orcs – Combinam as melhores características dos humanos e orcs e são fortes, decisivos e habilidosos.

Ferais – Eles carregam, mesmo que diluído o sangue de licantropos. No calor da batalha, eles canalizam sua fera interior, libertando a selvageria. São predadores que definem o mundo em termos simples: Existem os caçadores e existem as presas. (e eles nunca são a presa).

A evolução RPG teve início com sua primeira publicação em 1975 e teve sua mais nova versão lançada 33 anos depois em 2008 o D&D 4.0, onde soluciona vários problemas mecânicos de personagens e ainda se mantém como um dos sistemas mais vendidos do mundo.


Obrigado pessoal, até semana que vem.


By: Moisés Paiva