E como era bom passar o tempo no velho ATARI, tempos bons.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Dragões de Latão
Muito bem aventureiros, da ultima vez que saímos em aventura falamos sobre o brincalhão e divertido Dragão de Cobre, mas hoje vamos falar sobre o eloquente e falante Dragão de Latão. Mais um tipo de Dragão ainda na categoria dos metálicos.
Quer ter uma ótima conversa? Pois procure um bom papo com um Dragão de Latão, mas esteja preparado para ter vários assuntos na ponta da língua ou a sua conversa será mais curta que rabo de ovelha.
O Dragão de Latão pode ser encontrado em desertos quentes, onde divide espaço com seu irmão antagônico o Dragão Azul, que não esta nem ai para uma conversa. Seu covil é muito comumente encontrado próximo a encruzilhadas, trilhas de caravanas e outros pontos de encontro importantes, sempre com um fluxo grande de pessoas para ter alguém com quem posam conversar. Por isso aventureiro quando você estiver vagado pro um deserto é bem provável que você venha a encontrar um Dragão de Latão que um Azul, oque em alguns casos é uma benção, mesmo que disfarçada. Estejam a tentos a penhascos altos e as colinas isoladas, pois são pontos perfeitos para que um Dragão de Latão vigie seu território.Uma coisa que difere bastante o Dragão de Latão e seus outros irmãos, tanto cromáticos como metálicos, é o fato de que pelo menos uma das entradas de seu covil ser vem sinalizada e obvia um ótimo convite para um boa conversa, mas esteja avisado aventureiro no mundos dos Dragões todo cuidado é pouco e esta chamativa sala de visitas pode se tronar em uma armadilha sem retorno.
O teto e o solo estão repletos de armadilhas prontas para serem ativadas e desmoronar toda a caverna sob seus inimigos e como o Dragão de Latão pode se mover na terra e na areia como se estivesse nadando, para ele não será problema algum, mas para seus inimigos, bem sempre haverá mais pessoas para se conversar.
Mas mesmo assim os Dragões de Latão não gostam de recorrer a violência, com sua incrível habilidade de falar com animais ele sempre terá inúmeros aliados da vida selvagem local ao seu lado prontos para darem a suas vidas em defesa de seu protetor, assim como outras criaturas inteligentes tais como, Jann, Andro-Esfinge, Lamias e outras criaturas e seres que habitam a região.
Muito bem aventureiros fica a dica e nunca se esqueçam de sempre estar preparado para tudo até mesmo para uma conversa amigável com um dragão. Até a próxima onde iremos falar sobre o “bom moço” dos Dragões o nobre Dragão de Ouro. Um defensor robusto de tudo o que é leal, certo e bom no mundo.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Os jardins japoneses
Olá pessoal, o tema natureza vem sendo abordo nas ultimas semanas, e aproveitando a paixão japonesa por arte ligada ao meio físico-natural, vamos conhecer hoje o mundo fantástico dos jardins.
Os jardins elaborados tinham a finalidade de proporcionar à harmonia e tranquilidade favorável a meditação. Geralmente os jardins, eram projetados em templos zen-budistas, já que o lugar que o homem ocupa no cosmos é um ponto importante para a religião budista que foi muito influente no Japão durante o século XIII.
Os jardins eram versões simbólicas, em miniatura do mundo da natureza. Os “jardineiros zen” (que eram adeptos da doutrina budista) julgavam o melhor jeito de representar a natureza através dos jardins.
A natureza era representada de maneira profunda através de estátuas cobertas de ornatos, ou de árvores de esplendido colorido, mas por meio de arvores que se mantem verdes o ano inteiro, de musgos de tonalidades sombrias e de veredas rústicas.
Alguns jardins são simplesmente uma combinação de areia e pedra,como o Ryoanji, criado em 1450, na cidade de Kyoto,cuja areia é varrida diariamente, formando desenhos ondulados para lembrar as ondas do mar. Apesar da maioria dos jardins serem projetados para finalidades religiosas, construídos em templos zen budistas, que eram feitos em miniatura para serem admirados de um determinado ângulo, sendo eles pequenos e simbólicos.
Os elaborados jardins japoneses, com sua arquitetura peculiar, são uma homenagem do homem à natureza. São réplicas reduzidas da paisagem natural, cenários ornados com árvores, arbustos, pedras, peixes (como as populares carpas coloridas), em desenhos que reproduzem a percepção artística das ondulações do relevo, dos elementos vegetais, animais, minerais, que mudam de cores conforme as estações do ano.
Nos jardins japoneses, o homem não é esquecido: há sempre espaços para se sentar e apreciar a vista.
Existiam em propriedades particulares, imensas extensões de terra, foram transformados em parques para que as pessoas caminhassem nele, tendo haver com diversão, distorcendo toda a simbologia e finalidade religiosa da meditação.
Os senhores feudais e os monges dos templos mais antigos compreendiam seus jardins como um “pedacinho do paraíso”. Construíam laguinhos para lembrar o mar, com pequenas pontes arqueadas ligando uma margem à outra. Mais adiante, água caindo em cascata entre as pedras de uma colina artificial coberta de arbustos e relva.
Os samurais e a nobreza costumavam construir esses enormes jardins, transplantando pinheiros, construindo pontes, varandas e minúsculos pavilhões, para neles, fosse observada a floração das cerejeiras.
Mesmo sendo o Japão um dos países onde o metro quadrado para construção civil é extremamente caro, há manutenção de áreas verdes que parecem verdadeiros oásis, ocupando espaços valiosíssimos em termos imobiliários.
Entre os grandes centos urbanos há árvores centenárias preservadas em parques convivem com enormes edifícios, ruelas estreitas, que são caminhos para templos e santuários que mantêm jardins limpos e bem cuidados.
No meio dos arranha-céus, os japoneses conseguiram guardar espaços para enormes áreas como as do parque acima, em pleno centro de Tóquio.
sábado, 1 de outubro de 2011
E os dragões continuam !!
Muito bem meninos e meninas, hoje nós iremos falar sobre o falante e brincalhão dragão de cobre. Parece ser fácil desconsiderar as piadas e excentricidades do dragão de cobre como sendo inofensivas, mas cruzá-las pode provar ser perigoso e, até mesmo, fatal. Embora dragões de cobre sejam em sua maioria bondosos ,eles também estão entre os dragões metálicos mais facilmente irritáveis… especialmente se você for um mal piadista.
Dragões de cobre habitam o mesmo terreno que dragões vermelhos, o que significa que ambos estão em constante conflito, por parte do dragão de bronze sempre é por alguma brincadeira de mal gosto com o dragão vermelho. Aqueles que fogem das colinas rochosas para os desertos profundos encontram-se competindo com dragões azuis. De qualquer forma, o dragão de cobre mantém sua cabeça e seu senso de humor na situação de mais completa loucura. Qualquer um que venha a enfrentar um dragão de cobre estará lutando contra um inimigo esperto e inteligente, acostumado com a competição, jogos e brincadeiras, mas nem por isso menos letal que seus outros irmãos.
Dragões de cobre preferem desfiladeiros serpenteantes, ravinas secas e montes isolados nos quais possam fazer seus covis, então esteja preparado para calor intenso e árido, com ausência de água potável. Apesar da desolação de seus covis, os dragões de cobre também fazem moradas próximas a cidades, vilarejos e rotas de caravanas humanóides para assegurar-se de que tenham pessoas para conversar e fazer piadas (ou pregar peças). É muito mais provável que você encontre um dragão de cobre do que um dragão vermelho próximo a um assentamento humanóide e considere-se com sorte, muita sorte! (que não foi o meu caso)
Dragões de cobre jovens fazem seus covis no alto de colinas e mantêm a entrada escondida de observadores no nível do solo. Dragões de cobre mais velhos usam suas habilidades especiais para esconder seus covis de vista. Se você encontrar a entrada para o covil de um dragão de cobre, esteja preparado para um labirinto retorcido de túneis, fossos, armadilhas e outros “truques divertidos” a caminho da câmara principal. (boa sorte aventureiro)
Como criaturas do subtipo Terra, dragões de cobre são imunes a ácido. Eles podem subir por terrenos rochosos com a mesma facilidade com que andam em terra firme. Isto significa que podem agarrar-se às paredes e tetos de seus lares rochosos tão eficazmente quanto no solo, mantenha sempre alguém olhando para cima para ter certeza que um dragão de cobre não irá atacá-lo de cima (coisa que eu não fiz, aprenda ai aventureiro).
Dragões de cobre adultos e mais velhos podem moldar as rochas para esconder as entradas de suas cavernas e criar peças únicas de arte, como estátuas e murais sobre seus covis. Muitos usam essa habilidade até mesmo para fazer estátuas que se pareçam com pessoas que viraram pedra, da mesma forma que um basilisco ou uma medusa o fariam. Se você pensar que estiver em um dos covis destas criaturas, tome cuidado, você pode estar no território de um dragão de cobre!
E se você pensa que a sacanagem acabou esta enganado.
Dragões de cobre anciões e mais velhos podem atembem transformar a pedra em lama ou lama em pedra, e isso na mão de um pregador de pessas com capacidade de te matar em pouco tempo é frustrante ainda mas quando ele usa para atolar e humilhar seus oponentes.
Dragões de cobre antigos e mais velhos usam ainda tem a habilidade de criar muralhas de pedra para bloquear possíveis saídas dos seus inimigos e para fazer barreiras sólidas na entrada de seus covis. Já que podem moldar paredes da maneira que quiserem, os dragões de cobre tipicamente cercam seus oponentes com um círculo de pedra sólida, então sentam sobre o topo delas e ficam “batendo um papo” com eles.
Bem aventureiros espero que tenham gostado e que estejam aprendendo que em no mundo do RPG é bom sempre se estar preparado para tudo. Já eu espero nunca mais me encontrar com outro dragão de cobre, mas isso é para outra historia. Até a próxima.
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